sexta-feira, 15 de agosto de 2008

HQ na TV


O povo de Ângelo Agostini



Canal Brasil vai exibir série de documentários sobre os quadrinhos no país
Dividido em cinco programas, Quadrinhos começa em 26 de agosto


De Ângelo Agostini à Turma da Mônica. Dos mestres do terror e do erotismo na década de 60 ao sucesso de Ivan Reis e Mike Deodato no exterior. De Henfil a Lourenço Mutarelli.
O Canal Brasil começa a exibir no dia 26 de agosto a série Quadrinhos, cinco programas produzidos no Brasil sobre os quadrinistas e as HQs nacionais. É o documentário mais amplo já realizado sobre o assunto no país.
A proposta é contar os destaques dos mais de 100 anos de histórias dos quadrinhos no país, que sempre consumiu muita HQ. Há entrevistas com Ziraldo, Maurício de Sousa, Angeli, Paulo Caruso, Ivan Reis, Ivan Cardoso e vários outros nomes importantes de várias vertentes da HQ nacional.
Cada programa aborda um aspecto da história.


O primeiro, "A Nona Arte", vai dos primórdios dos quadrinhos, no século 19, à poderosa editora Ebal, de Adolfo Aizen, que liderou a produção nacional na década de 50. O segundo, "Os Mestres do Terror", destaca nomes como Nico Rosso, Rodolfo Zalla e Júlio Shimamoto, que produziram quadrinhos de terror, comédia e erotismo - e, mais importante, de sucesso - nas décadas de 50 a 70.
O terceiro programa, "A Turma do Infantil", aborda criações como a Turma da Mônica e Menino Maluquinho, grandes sucessos da HQ nacional. "Gibis, Drogas e Rock 'n Roll", o quarto programa, destaca os cartunistas que fizeram seu nome na ditadura militar e além, como Henfil, Ziraldo, Angeli, Glauco e Laerte, bem como o trabalho underground de Lourenço Mutarelli. Por fim, o último capítulo, "Capitão Brasil e sua Gangue", aborda os super-heróis nacionais como O Anjo, Capitão Sete, Judoka e outros - que levaram o país a ser um exportador de consagrados desenhistas de super-heróis.
A produção é da Ideograph. Os episódios serão exibidos a cada terça-feira, sempre às 21h. Já há previsão de uma seqüência à série, a ser exibida em 2009.


Mutarelli, Lourenço Mutarelli


Legend of the Forest


Filho de Osamu Tezuka terminará obra incompleta do pai, Legend of the Forest
Makoto Tezuka anuncia duas partes que faltam para o animê sinfônico


Makoto Tezuka, filho da lenda dos mangás e dos animês Osamu Tezuka, completará Legend of the Forest, ou Mori no Densetsu em japonês, longa-metragem que seu pai deixou incompleto ao morrer em 1989.
A produção do animê começou em 1987, mas apenas a primeira e a quarta parte - emulando os quatro movimentos da "Sinfonia nº 4" de Tchaikovsky - foram finalizadas. Essas duas partes, mescla experimental de música clássica e animação, como o que Walt Disney fez com Fantasia, até já saíram no cinema no Japão, em IMAX, em 2003. No último domingo, Makoto anunciou em seu blog que completará as duas partes que faltam.
Makoto Tezuka, ou Macoto Tezka, como também assina, já tem curtas, longas e séries de TV em seu currículo - incluindo quatro animês baseados em Black Jack, mangá de Osamu. Ele dirige hoje a Tezuka Productions, que entre outros iniciativas já disponibilizou as duas partes existentes de Legend of the Forest no iTunes.

Candyman

A Sony Pictures quer refilmar o cultuado terror Candyman.

A lenda urbana do assassino de casaco, com gancho no lugar da mão direita, que aparece sempre que se repete cinco vezes seu nome diante de um espelho, foi originalmente personificada pelo ator Tony Todd no filme de Bernard Rose e depois em duas continuações, Candyman: Farewell to the Flesh (1995) e Candyman: Day of the Dead (direto para DVD, 1999).
Segundo o site STYD, a Sony quer aproveitar a onda de refilmagens de horror com essa que é uma das poucas franquias do gênero que o estúdio detém. As negociações ainda estão no início - o estúdio cogita até substituir o Candyman negro por um branco - e não há ainda roteiristas ou diretor contratados.

Dave Filoni, o diretor de Star Wars




George Lucas deu liberdade a você ou ficou olhando por cima do seu ombro o tempo todo?

Bom, depende do que estávamos fazendo. Ele é um cara ocupadíssimo, então nossas horas com ele eram agendadas com enorme antecedência. Eu sabia exatamente que dia ele vinha e que horas, então tinha que estar preparado. Mas, no geral, meu dia era mesmo filmar e dirigir sem grandes observações dele, até porque elas já haviam sido passadas nessas reuniões. No começo ele pretendia participar bem mais, mas com o tempo acho que começou a confiar em mim e tive mais liberdade.

Ele tem uma cronologia das Guerras Clônicas? Como vocês sabem o que está acontecendo e quando?

Não. Há um espaço enorme para a invenção nesse período e todas as nossas reuniões de história foram surpreendentes nesse sentido. Eu ficava sempre impressionado com o tipo de tramas que ele queria contar. As histórias dessa época não são apenas batalhas. Há muita intriga, algum romance, e eu não tinha a menor idéia de que isso iria acontecer. Quando entrei no projeto achei que eram só dróides de batalha sendo explodidos por todos os lados. Fiquei muito feliz que as coisas seguiram por esse caminho na série.

Mas e o filme?

O filme é basicamente composto de grandes seqüências de ação e conta uma história completa. É uma grande batalha nesse período chamado de As Guerras Clônicas. Faz sentido ser assim se pensarmos que tínhamos que começar a série mostrando que é um período de guerra.

Eu recentemente assisti ao filme e notei isso, que as batalhas, a ação, são muito mais presentes
que a história. Isso foi intencional, já que vocês têm uma temporada inteira pra preencher?

Eh, eh, eh. Novamente, eu acho que isso depende. Sim, existe ação aos montes - mas, acredite, eu tirei boa parte dela da edição final. A ação é a parte mais divertida de fazer dos filmes de Star Wars, é tudo grande, explosivo e caro. Mas entender os personagens e suas interações é a parte mais difícil. Isso é algo a que estamos dando grande atenção o tempo todo na série.
Fizemos um episódio recente, por exemplo, no qual não houve um tiro ou explosão sequer. Então teremos episódios inteirinhos só centrados na história, e estamos contando vários tipos de histórias, como uma em que mostramos as maquinações do Senado, ou o episódio que será todo contado através do ponto-de-vista do General Grievous, algo que dificilmente vemos em Star Wars. Não estamos ficando restritos a um tipo de fórmula, nada disso. Haverá episódios inteiros focados em soldados-clone, que são ótimos. Diferente dos jedis, que são quase como super-heróis, esses caras vestem umas armaduras que não param coisa alguma, é fácil criar tensão ali porque você se preocupa com eles.

Quanto ao visual, como ele foi definido? Você olharam o que Genndy Tartakovsky fez e seguiram a partir dali?
Uma das idéias preliminares era justamente essa, transformar aqueles modelos em 3-D. Mas o visual deles era bem mais estilizado que o nosso, o que tornaria mais difícil a realização de alguns momentos mais dramáticos. Eu sei que existem muitos fãs que gostam daqueles curtas, então não quis recomeçar do zero. Dá pra reconhecer na nossa versão alguns dos traços deles. Genndy e sua equipe são mestres naquele estilo e tentei casar isso com a versão live-action de Star Wars e levar a essa mistura um pouco da minha influência dos animês, algo que adquiri fazendo Avatar - The Last Airbender. Levou um tempo pra acertar, especialmente a luz. Os personagens foram criados tendo em mente o melhor uso possível de luz, sombras e sua utilização em fundos de alto constraste.

Houve uma preocupação especial com uma iluminação mais arrojada então?

Sim. Se você olhar o que gente como Frank Miller está conseguindo em termos de luz e sombra no cinema live-action, torna-se obrigação das animações apresentar algumas novidades também. Claro que não vamos levar isso ao extremo como ele levou, mas é bacana discutir possibilidades e lançar algumas coisas novas.

E como está sendo a migração da cinematografia tradicional para a animação por computação gráfica para o estúdio?

Para George não há muita diferença. Na trilogia mais nova ele já olhava todas as seqüências e as planejava em um ambiente 3-D, então pra ele dá na mesma - é só trocar as filmagens por uma renderização posterior. Pra mim, que venho de animações 2-D tradicionais, é bem estranho. Mas acredito que seja quase como dirigir um filme live-action. Logo pela manhã eu entrava no meu cenário virtual, dava uma olhada geral e saía fazendo minhas marcações: Quero que Anakin venha daqui pra cá, que Padmé pare aqui... É direção como seria na vida real, posicionamento de câmera, coberturas, etc. Esse foi o maior desafio pra mim, aprender a lidar com essa tecnologia toda. Foi difícil no começo, especialmente em termos de velocidade e qualidade, porque nossa diretriz não era fazer um programa de televisão, mas um filminho semanal.

Vocês têm um problema narrativo nas mãos com essa série e filme, afinal, todo mundo sabe que Anakin, Obi-Wan, Yoda... tantos desses personagens chegam inteiros ao final. Como tornar então o destino deles suficientemente dramático?

Esse é mesmo um problema. Mas depende muito da qualidade da história, de fazer com que o público acredite de verdade que eles estão em perigo. Mas não é um desafio novo à série. Nos prelúdios eles já tinham que lidar com a expectativa dos fãs, que esperavam o tempo todo Anakin tornar-se mau. Uma das maneiras que usamos para driblar isso foi a introdução de uma nova personagem, Asohka Tano, de quem sabemos coisa alguma. A jogamos no meio desses personagens consagrados, sendo que um deles, justamente o mestre dela, vai se transformar em Darth Vader. É uma relação complicada - ela é imatura, mas ele também é, já que pouco tempo antes teve seu momento de vingança em Tatooine com o Povo da Areia. Para esta versão de Anakin Skywalker exploramos bastante a relação entre Han Solo e Luke Skywalker nos primeiros filmes. Anakin é convencido e cheio de recursos feito Han, mas inocente como Luke. Como o filho, ele também foi tirado de Tatooine e lançado em algo muito maior que ele, esse conflito no qual ele pode ter habilidades físicas suficientes para se virar, mas certamente não tem a maturidade emocional necessária para entender.
Que tipo de entendimento maior do universo Star Wars teremos com o filme e a série?
O filme, por exemplo, começa dando um grande enfoque em como os jedis agem na liderança do exército de clones, como eles, com estratégia e astúcia, são capazes de vencer uma força dezenas de vezes maior que a deles. A relação mestre-aprendiz é também bastante explorada e terá foco em Clone Wars. É algo clássico da saga, com Obi-Wan e Luke, Yoda e Luke, Obi-Wan e Anakin... e agora Anakin e Asohka. A diferença é que Asohka é uma personagem que não víamos há algum tempo em Star Wars, ela é muito mais Princesa Léia, daquele jeito esperto e sagaz, uma garota que anda com os garotos, que Padme, que era mais educada e diplomática.

Quanto disso você pôde explorar no filme e quanto teve que guardar para o programa?

Ah, o filme é só uma introdução. Nele só mostramos como serão as interações entre os personagens. Há muita coisa que será desenvolvida apenas na série, como o principal problema de Anakin, que são as ligações emocionais.
Anakin é carente, ligado demais à mãe, ligado demais aos dróides, ligado demais a Obi-Wan, ligado demais à esposa... Mas o que isso realmente significa? É algo que estou muito interessado em descobrir. Como esses problemas psicológicos eventualmente vão derrubá-lo e transformá-lo em um flagelo da galáxia? A idéia é que o Conselho Jedi está ciente disso e tentando lidar de sua maneira com o problema, dando uma aprendiz a ele. Com uma padawan você precisa ter uma ligação, ajudá-la, treiná-la, mas toda a idéia do treinamento é transformar aquela pessoa em alguém auto-suficiente e deixá-la partir ao final. Então ao dar uma aprendiz a Anakin o Conselho espera que ele aprenda essas lições. Esse é um elemento-chave da trama.
Asohka, por sua vez, terá problemas mais comuns, relacionados à sua idade. Será que ela vai se apaixonar? Sei lá... Os jedis são extremamente bem treinados, mas pensar que um bando de jovens de 13, 14 anos, mesmo treinado, consegue suprimir todo seu despertar sexual é meio absurdo. Talvez tenhamos que lidar com isso, com os jedis como pessoas, sua fraquezas, etc.

Quem teve a idéia para aquela incrível seqüência da batalha vertical?

Essa é uma história curiosa, porque aquela batalha seria em uma planície normal em um planeta rochoso. Aí um dia George entra na sala e decide que ela deveria ser em um planeta florestal, o que é bem mais difícil em termos de computação gráfica, e resolveu situar o mosteiro no alto de um pilar de pedra. Aí um de nossos designers disse 'lá se vão os nossos tanques'. E eu retruquei: 'quem disse? Eles têm seis pernas, parecem besouros... vamos simplesmente fazê-los subir o pilar - por que não?'
No final foi um desses acidentes fortuitos que transformaram algo legal em algo muito mais legal. A cena acabou uma melhores do filme em termos de ação e exemplifica bem uma das nossas intenções com Clone Wars - pegar coisas que já deram certo no cinema e mostrá-las sobre um novo ângulo.

E como é ter ao alcance das mãos toda essa gama de personagens, poder brincar a vontade com eles?

É incrível. Estou muito empolgado com tudo isso. Mas ao mesmo tempo estou respeitando demais tudo o que já foi feito. Eu não gosto de mexer com personagens icônicos mas pouco definidos, não me sinto à vontade explorando demais eles, personagens tipo Grand Moff Tarkin. George é o único que deveria defini-los. Se ele quiser vê-los na série, tudo bem. Mas eu nunca parto do princípio de que poderia trazer qualquer um para a tela. Prefiro criar novos personagens, como Asohka. Me sinto muito mais confortável metendo a colher nesse universo através desses personagens.

Mas apesar disso você está explorando raças e conceitos, com o Clã dos Hutt, que ganhou até um bebê Hutt.

Sim, mas não foi fácil me convencerem que eu deveria ter aquele bebê no filme. De cara achei a idéia insana e não tinha noção de como realizá-la. Mas depois pensei bem e achei que deveríamos, sim, tê-lo. Afinal, ele sintetiza alguns elementos de Star Wars que os fãs renegam, ou não se lembram que gostavam, como os jawas ou os ewoks. É algo fofo, mas colocado de maneira bacana, como Lobo Solitário, um guerreiro protegendo um bebê. Como essa tivemos vários outras discussões acaloradas que acabaram forjando a série e o filme. E sabe como é, quando o mestre do universo chega pra você e diz "o sequestrado vai ser filho do Jabba", você tem que concordar. Tudo bem que aquilo nunca foi explorado antes, mas dá pra discutir como fazê-lo ter sentido, esse é o espírito de colaboração que cultivamos na produção. Só que até me convencerem leva um tempo.

Qual seu filme preferido da série?

Episódio IV - Uma Nova Esperança. E minha razão para isso é porque foi lá que tudo começou. Eu sei que todo mundo prefere O Império Contra-Ataca, que eu adoro, mas é impossível fazê-lo sem Uma Nova Esperança antes. E há algo no primeiro filme que dá a ele um tom mais documental, uns fragmentos de THX 1138 [primeiro filme de Lucas, de 1971] ainda no sistema de George aqui e ali. Eu adoro isso e sempre que posso estou colocando esse sentimento em Clone Wars. E a história é simplesmente incrível. É só lembrar de Luke voando e tentando acertar aquele exaustor da Estrela da Morte e a voz de Obi-Wan dizendo "use a Força, Luke". O cinema vinha abaixo...



Catherine Winder - Produtora do Clone Wars


Você pode falar um pouco sobre as origens do projeto?


Star Wars - The Clone Wars é uma idéia que George Lucas desenvolve há bastante tempo. Ele é um contador de histórias, como você sabe, e tem inúmeras histórias pra contar passadas nesse período, entre os Episódios II e III. Como ele estava trabalhando nos filmes antes, simplesmente não tinha tempo para desenvolver este projeto, mas agora ele finalmente decidiu que nunca mais dirigirá um filme de Star Wars - até que mude de idéia, ahahaha - e encontrou fôlego para seguir adiante. É incrível como ele é capaz de delinear profundamente personagens que só aparecem por um instante nas telas e criar histórias. Ele os conhece de trás pra frente.


E por que mostrar novamente a era das Guerras Clônicas?


Você pergunta isso por que já vimos isso na minissérie de TV?


Sim, mas também já as vimos no cinema.


Eu não acho que tenhamos visto - não com o nível de detalhamento que veremos agora. Além disso não são apenas as Guerras Clônicas, mas também todas as relações entre os personagens e uma série de histórias bem diferentes das que já conhecemos do universo Star Wars que serão desenvolvidas. George também quis explorar melhor personagens que não tiveram espaço nos filmes.


Que tipo de relações novas veremos?
A mais óbvia é a de Anakin Skywalker e Ahsoka Tano - que é uma relação de mestre-aprendiz como tantas no universo Star Wars, mas com uma diferença: ela o desafia o tempo todo. Outra novidade é a humanização dos clones. George pediu a nós que déssemos personalidades distintas a cada um. Eles são, afinal, pessoas. Haverá foco também em jedis que ainda conhecemos pouco.


Vocês têm Christopher Lee e Samuel L. Jackson dublando em Clone Wars os papéis que interpretaram na série do cinema, Conde Dookan e Mace Windu. Eles estarão também na televisão?


Não dá - e nem é uma questão de orçamento. Como é televisão trabalhamos com um cronograma totalmente diferente do que eles estão acostumados no cinema. Há muitas mudanças de diálogos e cenas inteiras - e precisamos de dubladores disponíveis quase que o tempo todo, o que invibiliza as presenças deles. O Conde Dookan, por exemplo, é dublado na série por Corey Burton, que está no filme em três papéis, General Loathsom, Ziro the Hutt e Kronos-327. Adoramos o trabalho dele.


Como funciona a dinâmica de trabalho entre o Rancho Skywalker (sede da Lucasfilm), o estúdio em Cingapura encarregado da animação e a pós-produção?


Tem sido um processo empolgante e desafiador. Abrimos um estúdio em Cingapura para esse desenvolvimento, que está trabalhando juntamente com outro de nossos estúdios em Taiwan e com os escritórios na Califórnia, em Marin County. Todos se ocupam do filme, da série e dos games relacionados.
São duas linhas de produção distintas gerando animações - a de Taiwan e a de Cingapura - e cada uma tem seu próprio processo, então cabe à equipe de Marin cuidar para que as outras duas tenham tudo o que precisam em tempo hábil. Pra piorar, cada equipe envolvida opera em seu próprio fuso-horário, sua própria língua, cultura... e no começo todos estavam trabalhando juntos pela primeira vez, o que deixou com bastante trabalho o pessoal em Marin. Aliás, o escritório na Califórnia também nunca tinha trabalhado com computação gráfica antes e estava acostumado a ter todas as pessoas sob o mesmo teto... então dá pra ver que foi um desafio enorme a todos.
Inicialmente foi um caos, mas depois fomos criando procedimentos e tudo foi entrando nos eixos. E tinha que entrar rapidamente, porque George [Lucas] gosta de mudar as coisas bastante, refiná-las, e isso exige um entrosamento muito grande de todos.


Este é o primeiro produto de Star Wars nos cinemas que não sai pela 20th Century Fox. Por que?


Foi por causa do pacote completo que a Warner nos apresentou. Além disso, já havia uma relação prévia com o Cartoon Network [parte do grupo Time-Warner], com a série Clone Wars de Genndy Tartakovsky. Assim eles podiam garantir a distribuição mundial do filme nos cinemas e na televisão, com o Cartoon e a TNT. Foi uma decisão que fez muito sentido dentro do momento no qual a franquia está.


Henry Gilroy, o roteirista, veio dos quadrinhos de Star Wars. Isso foi decisivo na contratação dele?


Na verdade fui eu a responsável pela contratação dos roteiristas. Para a seleção li materiais de vários autores que já escreveram quadrinhos e livros da saga. Além disso, sempre que perguntava a candidatos a diretores quem eles achavam que seria um bom roteirista para o projeto, o nome de Henry aparecia. Então foi só uma questão de somar dois mais dois. Quando ele, Dave Filoni e eu nos juntamos foi perfeito porque os dois são fanáticos por Star Wars e entendem tudo - coisa que eu não entendo. Então quando eles começavam a ir longe demais eu sempre podia interromper, mostrando a eles que talvez as idéias estivessem muito complicadas para alguém que não conhece a série.


Como trata-se de um período finito, situado entre dois filmes, quantos episódios vocês acham que dá pra fazer?


George fala em 100 episódios. Ele é o mestre e idéias não faltam para preencher tudo isso. Já escrevemos 50 deles e já completamos 22 episódios. Agora estamos trabalhando nos 10 primeiros da segunda temporada.


Vocês criaram algum software específico para esse projeto?


Sim, uma ferramenta de pré-visualização, coisa que George está sempre tentando melhorar. O novo software será utilizado pela empresa toda e permite que as cenas sejam montadas direto a partir do roteiro, dando as cineastas uma idéia de como elas ficarão sem a necessidade de storyboard.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Sabadão - Premiere Star Wars

Foi a pre- estreia da pré estreia do novo filme do star Wars ...

Foi uma sessão fechada (uma semana antes do filme estreiar), apenas para alguns fãs. Na sexta a gente nem dormiu direito de ansiedade, era 5 da manhã e a gente estava acordado jogando video game e conversando ainda.
Saímos as 7 da manha, as 9 estavamos no shopping Eldorado em Sampa, que por sinal chegamos facilmente...
Ganhamos pipoca mucha, Coca-Choca, uma garota que sentou atras de mim chutou a cadeira durante o filme inteiro.

  • O filme começou direto, sem trailher nem nada.
  • A trilha sonora está horrível, não toca sequer a musca tema dos filmes.
  • Não tem as letrinhas subindo na tela no começo, contando o que já se passou.
  • A tradução tambem não ficou muito boa
Antes que eu me esqueça ... olha o que esta vindo nas garrafinhas da Pespi no japão ...
Continuando:
A animação ficou muito boa, as vezes vc esquece que é desenho e tem uns graficos de jogo tipo C.S., onde a camera fica no meu dos soldados em plena batalha, como se você fosse um soldado ...
É ação do começo ao fim, mais tem pouca história e explicações, ao mesmo tempo, é uma história pra criança.



Anime AKI Casarão - Indaiatuba 2008



Foi um evento muito FODA !!!!

Deus existe e é um OTAKU, a semana inteira choveu, pensamos várias vezes em cancelar. O mundo caindo até as 3 horas da madrugada de sábado ... e a chuva parou ... as 6 horas da manha estava meio cinza o cêu, mais de repente o sol abrio e o dia foi LINDO !

Segundo a direção do espaço cultural, passaram pelo evento cerca de 4 mil pessoas e em duas horas todo o estoque de mupy ja tinha ido embora.
Foi tudo muito bacana, os staffs show de cola, uns tapados, outros mais tapados ainda e outros maravilhosamente tapados tambem .. =D

A perola da Tabi:

Tabi tambem conhecida como Thais Bianca, uma pessoa super bacana, sempre prestativa, presta atenção em tudo que aconteci em sua volta.
Ela trabalhando fazendo inscrições, estava lá, toda, toda anotando um nome, quando passou uma pessoa que perguntou as horas e desastrosamente ela escreveu:

Gabriel Kaliu Kiorasão





Que horas são = Kiorasão = Kiorasao

terça-feira, 5 de agosto de 2008

A saga Star Wars


Guerra nas Estelas: A guerra dos Clones cobre uma época da saga de guerra nas Estrelas, que acontece entre os Episódios II e III da saga.

Eis como toda trama se encaixa:


Episódio I: A Ameaça Fantasma

(32 Anos antes do episódio IV) Abandonados em Tatooine, o planeta desértico, após resgatar a jovem Rainha Amídala da iminente invasão de naboo, o aprendiz Jedi Obi-Wan Kenobi e seu Mestre Jedi descobrem o jovem Skywalker como escravo de nove anos de idade que é surpreendemente poderoso com a força. Anakin vence a incrível corrida de Pods e com isso ganha a sua liberdadepara deixar o seu lar e ser treinado como um jedi. Os heróis voltam para naboo onde Anakin e a Rainha tem de enfrentar as forças maciças de invasão enquanto os dois jedi precisam medir forças com o mortal inimigo chamado Darth Maul. Só então percebem que a invasão é apenas o primeiro estagio de um esquema sinistro das forças do lado negro conhecidas como Sith que estão ressurgindo.


Episódio II: O Ataque dos Clones

(22 anos antes do episódio IV) Dez anos após os eventos da Batalha de Naboo, não somente a galáxia passou por significativas mudanças, mas tambem Obi-Wan Kenobi, Padme Amídala e Anakin Skywalber mudaram, conforme o destino os une novamente pela primeira vez desde a invasão da federação do Comercio de Naboo. Anakin cresceu e agora é um habilidoso aprendiz Jedi de Obu =Wan que, por sua vez, passou de pupilo a instrutor. Os dois jedi recebem a missão de proteger Padme, cuja a sua vida está sendo ameaçada por uma facção se separatistas politicos. Conforme os relacionamentos se formam e forças poderosas colidem estes herois se defrontam com escolhas que terão um impacto não somente nos seus peoprios destinhos, mais tambem no destino da República.


A guerra dos Clones (ver sinopse abaixo)


EpisódioIII: A Vingança dos Sith

(19 anos antes do episodio IV)Três anos depois do início da Guerra dos Clones, os nobres Cavaleiros Jedi `têm liderado um vasto exército de clones numa batalha do tamanho da galáxia contra Separatistas. Quando os sinistros Sith revelam um plano com mil anos de idade para governar a galáxia, a Republica desmorona e de sus cinzas nasce o maligno Imperio Gal´ctico. O herói Anakin Skywalker é seduzido pelo lado negro da Força para se tornar o novo aprendiz do Imperador - Darth Vader. Os Jedis são dizimados conforme Obi-wan Kenobi e o Mestre Yoda são forçados a procurar um esconderijo seguro. A unica esperança para a galaxia são os proprios filhos de Anakin - os gêmeos nascidos secretamente que crescerão para se trnar LUke Skywalker e a princesa Leia Organa.


Epsódio IV: A nova esperança

Dezenove anos depois da formação do Imperio, Luke Skywalker é lançado na disputa da Aliança Rebelde quando encontra Obi=Wan Kenobi, que tem vivido por diversos anos de reclusão no planeta desértico Tatooine. Obi Wan então começa a treinar Luke para ser um Caveleiro Jedi e juntar-se a ele numa missão ousada de resgate da bela líder Rebelde, a Princesa Leia, das garras do império maligno. Embora Obi=Wan se sacrifique durante o duelo de sabres de luz com o Darth Vader, seu ex- aprendiz,Luke prova que a Força está com ele, conseguindo destruir a temida Estrela da Morte do Império.


Episodio V: O Imperio contra-Ataca

(3 anos depois do episodio IV) Três anos após a destruição da Estrela da Morte, as forças do Imperio continuam a perguir os Rebeldes. Após a derrota da rebelião no planeto Hoth, Luke viaja para o planeta Dagobah paa treinar com o mestre Jedi Yoda, que ali viveu escondido desde a queda da República. Numa tentativa de converter o jovem Skywalker para o lado negro, Darth Vader atrai o jovem Skywalker para uma armadilha na Cidade das Nuvens de Bespin. Em meio a um feroz duelo som sabres de luz com o Lord Sith, Luke acaba tendo que encarar a surpreendente revelação de que o maligno Vader é na verdade seu pai, Anakin Skywalker.


EpisodioVI: O Retorno do Jedi

(4 anos após o episodio V) Na conclusão épica da saga, o Império se prepara para esmagar a Rebeliãocom uma Estrela da Morte ainda mais poderosa enquanto a frota Rebelde monta um ataque maciço sobre a estação espacial. Luke enfrenta seu pai, Darth Vader, num duelo final cheio de emoçaõ diante do Imperador do mal. No ultimo segundo, Vader faz uma escolha de grande importância: ele destrói o Imperador e salva o seu filho. O Imperio finalmente está derrotado, os Sith são destruídos e Anakin Skywalker é finalmente redimido. Enfim, a liberdade é restaurada á galáxia.




O que é a Guerra dos Clones ???


O último grande conflito da República Galáctica, a Guerra dos Clones, foi o nome dado á guerra travada pelo Grande Exército da Républica contra as forças andróides da Confederação de sistemas Independentes. Durante a Guerra os Cavaleiros Jedi, foram generais do Grande Exército liderando soldados-clones através de campos de guerra espalhados, para levar um fim aos sepraratistas.


A Guerra dos Clones tem as suas raízes numa crise que começou no fim do mandato do chanceler Palpatine. Um guerreiro jedi desiludido, Conde Dooku, que abandonou a ordem e utilizou seu jeito carismático e suas habilidades politicas para fazer com que os sistemas estelares cortassem relações. Isso levou a uma porção de conflitos espalhados conforme os mundos deixaram a República, e o pequeno número de Cavaleiros Jedi incumbidos de proteger a ordem na galáxia estava sobrecarregado. O Senado Galático estava vivendo uma reviravolta conforme os Senadores alarmados propunham soluções conflitantes para os problemas crescentes. Alguns apoiaram o Ato de Criação Militar, temerosos de que o conflíto com os Separatistas seria inevitável. Outros acreditavam que os fatos nunca levariam a um conflito, já que a República vinha evitando uma guerra de proporções gerais há quase mil anos. Durante a revolta, Palpatine estendeu seu mandato, indo além das limitãções constitucionais, pelo fato de o senado exigir que ele se mantivesse no cargo para ajudar a República a enfrentar essa tempestade.


A inteligencia reunida pelo Jedi Obi-Wan Kenobi no mundo Outer Rim de genosis revelou que Dooku fez um acordo secreto com uma porção de barões do comércio para adquirir um exército andróide de tamanho sem paralelo. Os separatistas estavam se equipando para guerra, e a República não tinha outra alternativa senão responder á altura. Forças emergenciais concedidas pelo Senado, o Chanceler Supremo Palpatine acionou o Grande Exército da República, que tinha sido comissionado secretamente pela ordem Jedi uma década antes. A primeria batalha da Guerra dos Clones iniciou-se logo após em geonosis, enquanto a liderança separatista se espalhava.

A Guerra dos Clones durou anos e rapidamente se espalhou por toda a galáxia depois da Batalha de geonosis. Apesar do Conde Dooku parecer artiulador da estratégia separatista, ele secretamente obedecia a seu mestre Sith, Darth Sidious. Ações militares foram conduzidas pelo general ciborgue Grievous e Dooku tinha um grupo militar de subordinados, incluindo o guerreiro do lado Obscuro Asajj Ventress. Anteriormente, na guerra, as froças de Dooku minaram rotas do hiperespaço ligavam Mundos Centrais ao resto da Galáxia, efetivamente cortando da República a maior parte dos seus recursos e dando aos Separatistas relativa liberdade de movimento no Outer Rim. Para contornar essa manobra, os Jedi solicitaram aos Hutt que compartilhassem o controle do Outer Rim, permitindo á Republica mover suas naves através do Outer Rim.

Star Wars - The Clone Wars ...


Sinopse:

Conforme a Guerra doa clones varre a galáxia, os heróicos Cavaleiros Jedi lutam para manter a ordem e restaurar a paz. Mai e mais sistemas estão sucumbindo dinate das forças do lado negro conforme a República Galáctica vai desmoronando sob o impeto dos Separatistas e de seus exércitos de andróides sem fim.

Anakin Skywalker e seu aprendiz Padawan Ahsoka Tano se encontram numa missão com consequências de grande alcance. Uma que os coloca cara-a-cara com o senhor do crime Jabba o Hutt. Porém, o conde Dooku e seus sinistros agentes, incluindo o Nefasto Asaii Ventress, não pararão diante de nada para assegurar que Anakin e Ahsoka falhem em sua missão.

Enquanto isso, nas linhas de frente da guerra dos Xlones, Obi-Wan Kenobi e o Mestre Yoda Lideram um vasto exército do clones num valente esforço para resistir ás forças do lado negro ...




Entrando no Clima Star Wars ...



















WCS ...

O que é WCS ?


A Etapa JBC Brasil é um campeonato nacional, com a participação dos cosplayers e fãs de diversos estados, organizado pela Editora JBC — que além de ser a principal editora de mangás, já possui um vasto histórico em eventos voltados para o público de anime e mangás desde a sua entrada no mercado em 2000.
A Etapa JBC Brasil vai escolher as 15 melhores duplas de cosplayers brasileiros e entre elas eleger a campeã que representará o país na final mundial do World Cosplay Summit no Japão.
Serão 13 duplas escolhidas por meio de audições em eventos parceiros espalhadas pelo Brasil; uma dupla escolhida por meio de repescagem e a dupla campeã de 2008 tem direito a participar da final.


Brasil é bicampeão do WCS
Com uma performance sincronizada, dupla brasileira empolga público e juízes e ganha o título mundial de cosplay


O Brasil começou a participar em 2006, com a dupla Maurício (psy) e Monica, seus cosplays eram de Angel Sanctuary. No ano seguinte a dupla foi Marcelo (Vingard) e Thaís (Yuki), seus cosplay foram de Inuyasha mas o primeiro lugar ficou para a dupla da Alemanha.

E em 2008 Gabriel (Hyoga) e Jéssica (Pandy) com Burst Angel trouxeram o titulo de volta pra gente com uma performance sincronizada!!!!

Com este título, o Brasil torna-se o único país bicampeão do evento. Na segunda colocação, ficou a dupla chinesa Zhao Chin e Zhang Li. Yui e Mino, que formaram a dupla japonesa de Osaka, ganharam o Prêmio Brother, uma espécie de menção honrosa.
Apesar do forte calor, com temperatura média acima dos 30 graus, o público lotou o Oasis 21, palco do WCS localizado no centro de Nagoya, para assistir à quarta edição do campeonato mundial de cosplay. Ao todo, 14 duplas representaram os 13 países participantes: Japão (único a ter duas duplas), Alemanha, Brasil, China, Cingapura, Coréia, Dinamarca, Espanha, EUA, França, Itália, México e Tailândia.
Vencedores da etapa brasileira do evento, que é organizada no Brasil pela Editora JBC, Jéssica e Gabriel representaram os personagens Jo e Jango, do anime Burst Angel. Um dos pontos que mais impressionou os jurados foi a impecável fantasia de Gabriel, uma armadura de 2,70 metros. A performance da dupla arrancou aplausos do público e prenunciou que um bom resultado estaria por vir.
O bicampeonato mundial conquistado por Jéssica e Gabriel coloca o Brasil como o principal vencedor do WCS - o país conquistou dois títulos nas quatro edições já realizadas do evento. O primeiro triunfo verde-amarelo foi conquistado pelos irmãos Maurício e Mônica Somenzari, que se sagraram campeões na primeira participação do Brasil no evento, em 2006.


Entrosamento

Poucos minutos após erguerem a bandeira brasileira na conquista do título mundial, Jéssica e Gabriel se confessaram surpresos. “Ensaiamos quase oito meses e fizemos o melhor que pudemos, mas senti que nossa performance não tinha ficado 100%. Por isso, não acreditava que pudéssemos ser campeões”, analisou Gabriel. “Havia outras duplas muito boas e, sinceramente, eu confiava no nosso potencial mas não achava que conseguiríamos o título”, emendou Jéssica.
A dupla atribuiu a conquista à sincronia de movimentos desempenhada na performance. “A Jo, meu personagem, controla o Jango, que foi representado pelo Gabriel. Por isso, treinamos muito para sincronizar os nossos movimentos e acho que este diferencial pode ter sido fundamental para ganharmos o título”, ponderou Jéssica. “Temos um entrosamento muito bom e também acredito que a sincronia de movimentos chamou a atenção dos jurados”, endossou Gabriel.


Sonho Realizado


Amante da cultura japonesa, a dupla dedicou o título a seus respectivos familiares e destacou outros pontos de sua participação no evento. “Fizemos amizade com todas as duplas e este intercâmbio cultural também é um prêmio inestimável”, mencionou Gabriel. “Tínhamos o sonho de conhecer o Japão e o fato de chegar aqui já foi uma grande vitória para nós, mesmo se não tivéssemos conquistado este título. Com ele, a alegria fica muito maior”, prosseguiu Jéssica.
Em pleno ano da comemoração do Centenário da Imigração japonesa no Brasil, Gabriel destacou a conquista como um triunfo do país. “Mais do que uma vitória minha e da Jéssica, este é um bicampeonato mundial que o Brasil conquista”, frisou ele, que não se separou mais da bandeira verde-amarela após ser declarado campeão do WCS. “Isso é para mostrar que o Brasil é capaz de se destacar no mundo em qualquer modalidade que participe.”


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Lição do dia:



Nunca confundir lhama com Iguana
Apesar de nascerem, crescerem, reproduzirem, morrerem ... elas não são parecidas ...
Bom, eu ganhei uma lhaminha do Dorte e na hora me empolguei com o presente e falei "gostei da Iguana"


sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Quem sera o vilão do filme a Mumia 4?


Vamos começar falando um pouco desse filme, primeiro que deu zica na fita do filme...
Bem na hora da ressuscitação, o áudio do filme não estava junto com a legenda e a ação, cada coisa estava acontecendo em tempo diferente um do outro.
Segundo o gerente do cinema o rolo numero 3 estava dando problema, e isso aconteceu com vários cinemas da região tambem.
Agora eu pergunto. Pra que pagar caro o Jet li, sendo que ele apareceu uns 15 minutos só? porque horas ele era dragão, outra um bicho esquisito, ou ele era o guerreiro de terracota.

Mudança de atrizes:

Rachel Weisz X Maria Bello
Poxa vida se é para trocar coloque alguem parecida pelo menos, essa atris nova não tinha a quimica que a anterior tinha, essa coisa de Familia trabalhando junto não ficou legal. Eu acho que realmente podiam ter tirado a Senhora O.Connor da história, mesmo porque neste filme ela não tinha tanto peso no meio da história que nos outros filmes.
Outra coisa que me irritou um pouco foi que muitos anos se passaram de um filme para o outro, mas eles continuam do mesmo jeito. O Alex é um adulto e o Rick e o Jonathan continuam com a mesma cara de sempre, alias o Jonathan é muito legal ... adoro as cenas dele !!!
A ideia central do filme é muito boa. Eles falam que os guerreiros de terracota seriam um exercito de homens mesmo que estão sobre um feitiço e que eles poderiam despertar a qualquer momento. Quanto aos efeitos e poderes, me senti assistindo o live action do Avatar. Segurando a historia do filme o Imperador Dragão (Jet Li), ele domina os 5 elementos da natureza - Terra, madeira, água, Fogo e metal, mas no filme mesmo aparece a dominação do fogo (que alias o poster que tem essa imagem me lembrou Mortal Kombat), e em outra hora no filme ele domina o vento, para se defender de uma Avalanche, mas é muito avatar, tem uma "Dobra" que a Katara faz que é igualzinho a dele.


No finalzinho do filme aparece uma cena em que mostra o Jonathan fugindo da China com uma esmeralda gigantesca e falando que ele vai se mudar de lá por ter muita mumia por perto e ele com as malas prontas fala que está indo para o Peru.

Então provavelmente o proximo filme sera algo com os Incas e quem poderemos esperar para ser a mumia desta vez:

a) Antonio Banderas

b) Rodrigo Santoro