A Etapa JBC Brasil vai escolher as 15 melhores duplas de cosplayers brasileiros e entre elas eleger a campeã que representará o país na final mundial do World Cosplay Summit no Japão.
Serão 13 duplas escolhidas por meio de audições em eventos parceiros espalhadas pelo Brasil; uma dupla escolhida por meio de repescagem e a dupla campeã de 2008 tem direito a participar da
final.Com uma performance sincronizada, dupla brasileira empolga público e juízes e ganha o título mundial de cosplay
Apesar do forte calor, com temperatura média acima dos 30 graus, o público lotou o Oasis 21, palco do WCS localizado no centro de Nagoya, para assistir à quarta edição do campeonato mundial de cosplay. Ao todo, 14 duplas representaram os 13 países participantes: Japão (único a ter duas duplas), Alemanha, Brasil, China, Cingapura, Coréia, Dinamarca, Espanha, EUA, França, Itália, México e Tailândia.
Vencedores da etapa brasileira do evento, que é organizada no Brasil pela Editora JBC, Jéssica e Gabriel representaram os personagens Jo e Jango, do anime Burst Angel. Um dos pontos que mais impressionou os jurados foi a impecável fantasia de Gabriel, uma armadura de 2,70 metros. A performance da dupla arrancou aplausos do público e prenunciou que um bom resultado estaria por vir.
O bicampeonato mundial conquistado por Jéssica e Gabriel coloca o Brasil como o principal vencedor do WCS - o país conquistou dois títulos nas quatro edições já realizadas do evento. O primeiro triunfo verde-amarelo foi conquistado pelos irmãos Maurício e Mônica Somenzari, que se sagraram campeões na primeira participação do Brasil no evento, em 2006.
A dupla atribuiu a conquista à sincronia de movimentos desempenhada na performance. “A Jo, meu personagem, controla o Jango, que foi representado pelo Gabriel. Por isso, treinamos muito para sincronizar os nossos movimentos e acho que este diferencial pode ter sido fundamental para ganharmos o título”, ponderou Jéssica. “Temos um entrosamento muito bom e também acredito que a sincronia de movimentos chamou a atenção dos jurados”, endossou Gabriel.
Em pleno ano da comemoração do Centenário da Imigração japonesa no Brasil, Gabriel destacou a conquista como um triunfo do país. “Mais do que uma vitória minha e da Jéssica, este é um bicampeonato mundial que o Brasil conquista”, frisou ele, que não se separou mais da bandeira verde-amarela após ser declarado campeão do WCS. “Isso é para mostrar que o Brasil é capaz de se destacar no mundo em qualquer modalidade que participe.”













